Boa tarde, senhoras e senhores.
É com muito prazer que me disponho a escrever mais uma vez para tod@s.
Se existe uma coisa que a sociedade gosta de fazer é dar nome a algo.
Lembro que na minha época de Ensino Médio recebia vários apelidos por causa da minha cor. Claro que eu não gostava, mas isso me fez aprender a gostar cada vez mais de mim, do jeito que eu sou... e, agora, as crianças de hoje em dia não podem fazer comentários como os que eu ouvia há alguns anos, pois é violência, é bullying.
Tudo bem! Entendo que os pais e mães gostam de proteger seus filhos, mas há algumas poucas décadas, as crianças aprendiam com os conselhos dos pais e com as suas próprias experiências, mas, hoje estamos fadados ao mundo do "já!", onde as minhas necessidades são maiores que as suas e o meu espaço não pode ser invadido por quem quer que seja. O fato é que existe um grande equívoco sobre vários pontos cíveis da nossa sociedade. Voltamos (de novo) à estaca da modinha.
Tudo isso nos leva a concluir que o mundo desenvolveu uma fobia nos relacionamentos sociais.
Mas, e o que é fobia?
Fobia
É uma aversão ou medo psiconeurótico a objetos ou situações particulares. Os dicionários médicos assinalam muitas centenas de fobias. Os nomes das fobias são derivados da conjugação do nome grego que indica a coisa temida ao sufixo fobia (aracno + fobia = aracnofobia ou medo de aranha).
Existem muitos tipos de reação a cada tipo de fobia.
Alguns desmaiam. Alguns mutilam-se. Alguns gritam desesperados.
Mas, a mais desumanizada de todas é a que permite a agressão.
De todas as fobias, a homofobia vem gerando muita polêmica e mortes em todo o mundo. Sabemos, pois, que fobia é um medo que se entranha e cria uma aversão sem tamanho a algo. Mas, por mais incrível que pareça, todas as outras fobias causam reações que agridem ao próprio indivíduo: o portador da fobia.
E, por que essa reação extremista a um grupo de humanos que possuem os mesmos direitos descritos por todas as constituições de repúblicas ou regidos pelas organizações de pautas humanísticas?
Será culpa da religião?
Será culpa da educação paterna?
Não.
E, não.
Homofobia é uma doença. E, como doença, deve ser tratada/trabalhada.
A homofobia pode ser um traço de alienação, ou um traço cultural, ou simplesmente existir em você. Mas, lembra que em outras fobias é impossível agredir o objeto/animal que te causa esse medo/aversão?
A questão é que o tratamento da homofobia se transformou numa prática sanguinária, onde é permitido bater até a morte ou simplesmente mutilar.
Acho que nenhum pai quer ver o filho mutilado.
Acho que nenhuma religião prega o vandalismo e a destruição.
A cada dia crescem os depoimentos de jovens que sofreram agressões sem motivos. E isso me deixa chateado. Me deixa mal saber que a humanidade é tão preconceituosa que não consegue viver e aprender com o passar do tempo.
Ontem, numa conversa com um amigo alagoano, acabei sabendo de um ataque sofrido pelo jovem Valmor Mendonça.
Jovem este que estava curtindo uma festa como todos os outros e que estava curtindo sua companhia. E, pelo simples fato de demonstrar afeto pelo rapaz que estava junto, foi agredido. Em outra oportunidade, e, poucos minutos depois, foi agredido e assaltado por outro rapaz que deveria ser amigo do anterior.
Agora me digam: onde está a homofobia?
Me respondam outra coisa: quem é a vítima?
Sei que é difícil viver em sociedade. Mas é fácil respeitar as diferenças.
E, se não gosta: é só não olhar. É só não ficar perto.
Deus não vai te matar porque hoje você não alcançou a meta de 300 gays mortos por suas mãos.
Preserve-se e cuide da sua própria vida. E deixe que os outros vivam.
Espero que todos tenham a chance de repensar e mudar.
Espero que o mundo seja mais humano.
Boa tarde a tod@s.
Viva o diferente!
Henrique Freitas
Obs.: Abaixo segue o link com o depoimento do Valmor no Facebook para quem puder e quiser ler.
Depoimento do Valmor Mendonça
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Cores: Cromoterapia, Teoria das Cores e Curiosidades
Oi!
Está me vendo bem?!
Não? hmmmmm... Ih! Será que você está com algum problema na captação das cores do espectro visível?
Então, galerinha... o segundo post de hoje é sobre cores.
Existe uma grande crença nos significados de cada cor. Além disso, tratamentos com auxílio das cores foram desenvolvidos para restaurar equilíbrios físicos e emocionais. Bacana, não!?
Vamos lá!
Cromoterapia
A cromoterapia é um tratamento alternativo que consiste no uso das cores para curar doenças e restaurar o equilíbrio físico e emocional do paciente.
Historiadores afirmam que no Antigo Egito, a cor já era utilizada para o benefício do ser humano. No século XVIII, o cientista alemão von Goethe conduziu uma pesquisa a respeito das cores, concluindo que elas têm um determinado efeito: vermelho estimula; azul suaviza; amarelo causa alegria; verde é relaxante.
Contudo, a cromoterapia só chegou ao Ocidente no século XIX. Nos dias de hoje, a terapia é relacionada às sete cores do espectro solar, e normalmente num suporte com uma lâmpada de 25 watts é usada no tratamento, onde é colocado a 5 centímetros da pele, atuando durante aproximadamente 3 minutos.
Essa terapia recebe inúmeras críticas na comunidade científica. Também é muitas vezes ligada com algumas práticas esotéricas como o Feng Shui, os cristais e a astrologia. Em muitos casos, as sete cores usadas na cromoterapia estão diretamente ligadas aos chakras que são considerados campos de energia que influenciam nossas emoções e nossos corpos.
Teoria das Cores
Teoria das cores são os estudos e experimentos relacionados com a associação entre a luz e a natureza das cores, realizados por DaVinci, Newton, Goethe, entre outros.
Em suas pesquisas, Da Vinci afirmou que a cor era uma propriedade da luz e não dos objetos. Mais tarde, Newton estudou a influência do sol na formação das cores no fenômeno da difração (que consiste na decomposição da luz solar em várias cores quando atravessava um prisma e chamou a isso de espectro).
O espectro é formado pela união das cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. As cores que formam o arco-íris. Outra característica do espectro é a formação de um círculo cromático que contém 12 cores diferentes, que ajudam a visualizar as cores primárias, secundárias e terciárias. O branco e o preto são apenas resultado da presença ou ausência de luz, dessa forma, foram designados por cores convencionalmente.
Por fim, os estudos realizados por Goethe influenciaram a percepção subjetiva das cores e a relação entre as cores e a Psicologia e Fisiologia.
CURIOSIDADES
Por incrível que pareça, as cores geram as mais diversas formas de expressão entre os povos. Cada uma com seu significado (seja religioso ou patriarcal). Cada uma com uma mensagem estampada.
Por esse motivo, vou descrever o significado de algumas cores e curiosidades sobre cada uma delas.
Vermelho
Vermelho significa paixão, energia e excitação. É uma cor quente. Associada ao poder, à guerra, ao perigo e à violência. É a cor do elemento fogo, do sangue e do coração humano. Estimula o sistema nervoso, a circulação sanguínea, dá energia ao corpo e eleva a autoestima. É a cor dos signos de Áries e Escorpião.
Amarelo
Amarelo significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. Simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. É uma cor inspiradora e que desperta a criatividade. Estimula as atividades mentais e o raciocínio. A cor amarelo-ouro (dourado) representa a riqueza, o dinheiro e o ouro. Está associada à nobreza, à inteligência e ao luxo. Amarelo é a cor dos signos de Gêmeos, Touro e Virgem. O signo de Leão está associado ao amarelo-ouro. Em alguns países, o amarelo é a cor do luto.
Azul
Azul significa tranquilidade, serenidade e harmonia, mas também está associado a frieza, monotonia e depressão. Simboliza a água, o céu e o infinito. É utilizado na decoração dos mais variados espaços, favorece exercício intelectual e tranquiliza. O uso do azul em excesso pode trazer sonolência. É a cor dos signos de Aquário, Libra, sagitário e Peixes. Em muitos países, o azul está ligado a ideia de imortalidade.
Laranja
Laranja significa alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso. É uma cor quente. Associada à criatividade, pois seu uso desperta a mente e auxilia no processo de assimilação de novas ideias. No Japão, significa coragem e amor. Na Índia, assume o papel de sagrado.
Verde
Verde significa esperança, liberdade, saúde e vitalidade. Simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. Acalma e traz equilíbrio ao corpo e ao espírito. É a cor dos signos de Touro, Libra e Virgem. Os tons mais escuros estão associados ao signo de Capricórnio e os mais claros aos signos de Aquários e Peixes. Na Indonésia, o verde é uma cor proibida. Na Malásia, indica perigo.
Roxo
Roxo significa espiritualidade, magia e mistério. Está ligado ao mundo místico. Transmite a sensação de tristeza e introspecção. Estimula o contato com o lado espiritual, proporcionando a purificação do corpo e da mente, e a libertação de medos e outras inquietações. É a cor da transformação. Os tons de roxo, violeta e anil estão associados aos signos de Sagitário, Aquário e Peixes.
Ufaaaaa!
Muita coisa, não?
Existem mais significados embutidos em cada cor, mas vocês podem conferir aí os significados das cores primárias e secundárias.
Espero que gostem dessa matéria colorida!
Saudações! Boa noite.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
Está me vendo bem?!
Não? hmmmmm... Ih! Será que você está com algum problema na captação das cores do espectro visível?
Então, galerinha... o segundo post de hoje é sobre cores.
Existe uma grande crença nos significados de cada cor. Além disso, tratamentos com auxílio das cores foram desenvolvidos para restaurar equilíbrios físicos e emocionais. Bacana, não!?
Vamos lá!
Cromoterapia
A cromoterapia é um tratamento alternativo que consiste no uso das cores para curar doenças e restaurar o equilíbrio físico e emocional do paciente.
Historiadores afirmam que no Antigo Egito, a cor já era utilizada para o benefício do ser humano. No século XVIII, o cientista alemão von Goethe conduziu uma pesquisa a respeito das cores, concluindo que elas têm um determinado efeito: vermelho estimula; azul suaviza; amarelo causa alegria; verde é relaxante.
Contudo, a cromoterapia só chegou ao Ocidente no século XIX. Nos dias de hoje, a terapia é relacionada às sete cores do espectro solar, e normalmente num suporte com uma lâmpada de 25 watts é usada no tratamento, onde é colocado a 5 centímetros da pele, atuando durante aproximadamente 3 minutos.
Essa terapia recebe inúmeras críticas na comunidade científica. Também é muitas vezes ligada com algumas práticas esotéricas como o Feng Shui, os cristais e a astrologia. Em muitos casos, as sete cores usadas na cromoterapia estão diretamente ligadas aos chakras que são considerados campos de energia que influenciam nossas emoções e nossos corpos.
Teoria das Cores
Teoria das cores são os estudos e experimentos relacionados com a associação entre a luz e a natureza das cores, realizados por DaVinci, Newton, Goethe, entre outros.
Em suas pesquisas, Da Vinci afirmou que a cor era uma propriedade da luz e não dos objetos. Mais tarde, Newton estudou a influência do sol na formação das cores no fenômeno da difração (que consiste na decomposição da luz solar em várias cores quando atravessava um prisma e chamou a isso de espectro).
O espectro é formado pela união das cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. As cores que formam o arco-íris. Outra característica do espectro é a formação de um círculo cromático que contém 12 cores diferentes, que ajudam a visualizar as cores primárias, secundárias e terciárias. O branco e o preto são apenas resultado da presença ou ausência de luz, dessa forma, foram designados por cores convencionalmente.
Por fim, os estudos realizados por Goethe influenciaram a percepção subjetiva das cores e a relação entre as cores e a Psicologia e Fisiologia.
CURIOSIDADES
Por incrível que pareça, as cores geram as mais diversas formas de expressão entre os povos. Cada uma com seu significado (seja religioso ou patriarcal). Cada uma com uma mensagem estampada.
Por esse motivo, vou descrever o significado de algumas cores e curiosidades sobre cada uma delas.
Vermelho
Vermelho significa paixão, energia e excitação. É uma cor quente. Associada ao poder, à guerra, ao perigo e à violência. É a cor do elemento fogo, do sangue e do coração humano. Estimula o sistema nervoso, a circulação sanguínea, dá energia ao corpo e eleva a autoestima. É a cor dos signos de Áries e Escorpião.
Amarelo
Amarelo significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. Simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. É uma cor inspiradora e que desperta a criatividade. Estimula as atividades mentais e o raciocínio. A cor amarelo-ouro (dourado) representa a riqueza, o dinheiro e o ouro. Está associada à nobreza, à inteligência e ao luxo. Amarelo é a cor dos signos de Gêmeos, Touro e Virgem. O signo de Leão está associado ao amarelo-ouro. Em alguns países, o amarelo é a cor do luto.
Azul
Azul significa tranquilidade, serenidade e harmonia, mas também está associado a frieza, monotonia e depressão. Simboliza a água, o céu e o infinito. É utilizado na decoração dos mais variados espaços, favorece exercício intelectual e tranquiliza. O uso do azul em excesso pode trazer sonolência. É a cor dos signos de Aquário, Libra, sagitário e Peixes. Em muitos países, o azul está ligado a ideia de imortalidade.
Laranja
Laranja significa alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso. É uma cor quente. Associada à criatividade, pois seu uso desperta a mente e auxilia no processo de assimilação de novas ideias. No Japão, significa coragem e amor. Na Índia, assume o papel de sagrado.
Verde
Verde significa esperança, liberdade, saúde e vitalidade. Simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. Acalma e traz equilíbrio ao corpo e ao espírito. É a cor dos signos de Touro, Libra e Virgem. Os tons mais escuros estão associados ao signo de Capricórnio e os mais claros aos signos de Aquários e Peixes. Na Indonésia, o verde é uma cor proibida. Na Malásia, indica perigo.
Roxo
Roxo significa espiritualidade, magia e mistério. Está ligado ao mundo místico. Transmite a sensação de tristeza e introspecção. Estimula o contato com o lado espiritual, proporcionando a purificação do corpo e da mente, e a libertação de medos e outras inquietações. É a cor da transformação. Os tons de roxo, violeta e anil estão associados aos signos de Sagitário, Aquário e Peixes.
Ufaaaaa!
Muita coisa, não?
Existem mais significados embutidos em cada cor, mas vocês podem conferir aí os significados das cores primárias e secundárias.
Espero que gostem dessa matéria colorida!
Saudações! Boa noite.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
Hipster. Hippie. Steampunk... Existe ligação?
Olá pessoal!
Hoje é dia de sincronizar alguns pontos históricos sobre modas que se originaram de movimentos coletivos em pontos diferentes da linha do tempo.
O movimento Hipster
O movimento Hipster teve origem na década de 40. A cultura hipster é marcada pela música independente, por uma sensibilidade variada para a tendência incomum (non-mainstream), saudosismo recorrente e estilos de vida alternativos. Dessa forma, o termo hipster refere-se, frequentemente, a um grupo de pessoas pertencentes a um contexto social subcultural da classe média urbana.
Os interesses do grupo na mídia se direciona a websites (relacionados a música alternativa), revistas e filmes independentes.
A cultura hipster se tornou um mutante de estilos, gostos e comportamentos. Podemos dizer que os hipsters são os maiores ecléticos no mundo. Sendo assim, o hipster acolhe a autenticidade. Alguns se referem aos hipsters como um estereótipo para categorizar e "marketizar" o consumidor da cultura indie.
O fato é que após a década de 50, a força hipster decaiu e foi dando vez a outros movimentos, como o hippie, mas, recentemente, ao final dos anos 90, a cultura hipster renasce com os traços da moda "veterana" ambientada na atualidade. No entanto, parece que muitos hipsters se jogaram às críticas de maneira arrogante, criando perfis não descritos anteriormente. Por isso, certa vez (em julho de 2009), a revista Times publicou a seguinte definição para os hipsters:
"Hipsters são os amigos que zombam de você quando começa a gostar de Coldplay. Eles são as pessoas que vestem camisetas de tela de seda com citações de filmes dos quais você nunca ouviu falar e são os únicos na América que ainda acham que Pabst Blue Ribbon é uma boa cerveja. Eles usam chapéus de cowboys e boinas e acham que Kanye West roubou seus óculos de sol. Tudo a respeito deles é construído exatamente de forma a fazer parecer que eles simplesmente não se importam."
Um tanto exagerado, mas em toda história existem verdades e mentiras. Fato.
E o que vem em seguida?
Segundo a cronologia, os hipsters deram sequência ao movimento cultural hippie. Mas, isso é verdade? Vamos ver! ;)
O movimento Hippie
O movimento Hippie teve origem na década de 60. Foi um comportamento coletivo de contracultura. Na década de 70, o movimento sofreu uma queda de popularidade nos EUA e, em contrapartida, ganhou mais força em países como o Brasil. A frase frase célebre associada ao movimento foi a máxima: "paz e amor". A comunidade tinha o respeito sobre as questões ambientais, prática do nudismo e emancipação sexual como ideais recorrentes.
Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a um socialismo libertário, com um estilo de vida nômade em comunhão com a natureza. Abraçavam os aspectos religiosos orientais (hinduísmo e budismo) e das religiões nativas norte-americanas.
Em aspectos culturais, os hippies eram hipsters despojados. Usavam roupas velhas e naturalmente rasgadas. Preferiam rock psicodélico como "The Beatles", "Led Zeppelin'"e "Jenis Joplin". No Brasil, músicos como "Zé Ramalho" e os participantes do "Movimento Tropikália" (Caetano Veloso, Gilberto Gil, e demais).
E então? Qual a associação?
"Tãdã!"
Como se pode ver na figura, os estilos adotados por hispters são os mais diversos, afinal, possuem uma tendência incomum. Além disso, a origem da palavra hipster e hippie são derivadas do mesmo prefixo: "hip", antes utilizado para denominar os fãs de jazz. Esses cruzamentos entre estilos incomuns e despojados em todas as áreas artísticas (moda, música, cinema, etc.) deram origens a segmentos que são "parentes" com aspectos sociais bem diferentes.
O movimento Steampunk
O Steampunk é um subgênero da ficção científica.
Mas, o quê? UM SUBGÊNERO!?
Isso mesmo.
O Steampunk não é um movimento. É um subgênero da ficção científica que ganhou fama no final dos anos 80, embora o primeiro relato steampunk em livros tenha sido datado dos anos 60.
Essas obras tratam de paradigmas tecnológicos modernos que ocorreram mais cedo que a história real e, assim, são ambientadas no passado. O universo steampunk é baseado em ficções criadas por autores como Júlio Verne.
Este tipo de gênero não é novidade, tanto na mídia quando nos RPGs. Séries, filmes, desenhos e tokusatus como James West, De Volta Para o Futuro III, Full Metal Alchemist e Jiraya, trabalham este período da literatura: viagens sobre trilhos de trens, hotéis flutuantes que navegam em zeppelins e máquinas extravagantes de funcionamento complicado são comumente vistos nessas franquias.
É comum que as obras steampunks sejam ambientadas na era vitoriana (1837-1901), porém o gênero tem se expandido até para cenários medievais e geralmente passeia pelos domínios do terror e da fantasia. Alguns steampunks são apresentados em sociedades secretas e teorias conspiratórias, como também em elementos significativos da fantasia.
E é possível associar Steampunk com Hipster?
NÃO!
NÃO!
NÃO, MESMO!!!
Steampunk não é um movimento. É um gênero de ficção.
A vulgarização da palavra hipster criou preconceitos sobre as maneiras de se vestir.
Acontece que a vestimenta Steampunk SEMPRE é ligada à prática de fantasiar-se.
Não é algo que alguém use diariamente (claro que existe louco pra tudo), mas é algo pra ser divertido e misterioso ao mesmo tempo. Afinal, é uma fantasia que usa pontos antigos e os mistura com acessórios que não condizem àquela época. Um cruzamento do antigo com o novo de maneira icônica.
Então, não confunda um steampunk com um hipster. ;)
Tenham uma ótima tarde!
Abraços.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
Hoje é dia de sincronizar alguns pontos históricos sobre modas que se originaram de movimentos coletivos em pontos diferentes da linha do tempo.
O movimento Hipster
O movimento Hipster teve origem na década de 40. A cultura hipster é marcada pela música independente, por uma sensibilidade variada para a tendência incomum (non-mainstream), saudosismo recorrente e estilos de vida alternativos. Dessa forma, o termo hipster refere-se, frequentemente, a um grupo de pessoas pertencentes a um contexto social subcultural da classe média urbana.
Os interesses do grupo na mídia se direciona a websites (relacionados a música alternativa), revistas e filmes independentes.
A cultura hipster se tornou um mutante de estilos, gostos e comportamentos. Podemos dizer que os hipsters são os maiores ecléticos no mundo. Sendo assim, o hipster acolhe a autenticidade. Alguns se referem aos hipsters como um estereótipo para categorizar e "marketizar" o consumidor da cultura indie.
O fato é que após a década de 50, a força hipster decaiu e foi dando vez a outros movimentos, como o hippie, mas, recentemente, ao final dos anos 90, a cultura hipster renasce com os traços da moda "veterana" ambientada na atualidade. No entanto, parece que muitos hipsters se jogaram às críticas de maneira arrogante, criando perfis não descritos anteriormente. Por isso, certa vez (em julho de 2009), a revista Times publicou a seguinte definição para os hipsters:
"Hipsters são os amigos que zombam de você quando começa a gostar de Coldplay. Eles são as pessoas que vestem camisetas de tela de seda com citações de filmes dos quais você nunca ouviu falar e são os únicos na América que ainda acham que Pabst Blue Ribbon é uma boa cerveja. Eles usam chapéus de cowboys e boinas e acham que Kanye West roubou seus óculos de sol. Tudo a respeito deles é construído exatamente de forma a fazer parecer que eles simplesmente não se importam."
Um tanto exagerado, mas em toda história existem verdades e mentiras. Fato.
E o que vem em seguida?
Segundo a cronologia, os hipsters deram sequência ao movimento cultural hippie. Mas, isso é verdade? Vamos ver! ;)
O movimento Hippie
O movimento Hippie teve origem na década de 60. Foi um comportamento coletivo de contracultura. Na década de 70, o movimento sofreu uma queda de popularidade nos EUA e, em contrapartida, ganhou mais força em países como o Brasil. A frase frase célebre associada ao movimento foi a máxima: "paz e amor". A comunidade tinha o respeito sobre as questões ambientais, prática do nudismo e emancipação sexual como ideais recorrentes.
Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a um socialismo libertário, com um estilo de vida nômade em comunhão com a natureza. Abraçavam os aspectos religiosos orientais (hinduísmo e budismo) e das religiões nativas norte-americanas.
Em aspectos culturais, os hippies eram hipsters despojados. Usavam roupas velhas e naturalmente rasgadas. Preferiam rock psicodélico como "The Beatles", "Led Zeppelin'"e "Jenis Joplin". No Brasil, músicos como "Zé Ramalho" e os participantes do "Movimento Tropikália" (Caetano Veloso, Gilberto Gil, e demais).
E então? Qual a associação?
"Tãdã!"
Como se pode ver na figura, os estilos adotados por hispters são os mais diversos, afinal, possuem uma tendência incomum. Além disso, a origem da palavra hipster e hippie são derivadas do mesmo prefixo: "hip", antes utilizado para denominar os fãs de jazz. Esses cruzamentos entre estilos incomuns e despojados em todas as áreas artísticas (moda, música, cinema, etc.) deram origens a segmentos que são "parentes" com aspectos sociais bem diferentes.
O movimento Steampunk
O Steampunk é um subgênero da ficção científica.
Mas, o quê? UM SUBGÊNERO!?
Isso mesmo.
O Steampunk não é um movimento. É um subgênero da ficção científica que ganhou fama no final dos anos 80, embora o primeiro relato steampunk em livros tenha sido datado dos anos 60.
Essas obras tratam de paradigmas tecnológicos modernos que ocorreram mais cedo que a história real e, assim, são ambientadas no passado. O universo steampunk é baseado em ficções criadas por autores como Júlio Verne.
Este tipo de gênero não é novidade, tanto na mídia quando nos RPGs. Séries, filmes, desenhos e tokusatus como James West, De Volta Para o Futuro III, Full Metal Alchemist e Jiraya, trabalham este período da literatura: viagens sobre trilhos de trens, hotéis flutuantes que navegam em zeppelins e máquinas extravagantes de funcionamento complicado são comumente vistos nessas franquias.
É comum que as obras steampunks sejam ambientadas na era vitoriana (1837-1901), porém o gênero tem se expandido até para cenários medievais e geralmente passeia pelos domínios do terror e da fantasia. Alguns steampunks são apresentados em sociedades secretas e teorias conspiratórias, como também em elementos significativos da fantasia.
E é possível associar Steampunk com Hipster?
NÃO!
NÃO!
NÃO, MESMO!!!
Steampunk não é um movimento. É um gênero de ficção.
A vulgarização da palavra hipster criou preconceitos sobre as maneiras de se vestir.
Acontece que a vestimenta Steampunk SEMPRE é ligada à prática de fantasiar-se.
Não é algo que alguém use diariamente (claro que existe louco pra tudo), mas é algo pra ser divertido e misterioso ao mesmo tempo. Afinal, é uma fantasia que usa pontos antigos e os mistura com acessórios que não condizem àquela época. Um cruzamento do antigo com o novo de maneira icônica.
Então, não confunda um steampunk com um hipster. ;)
Tenham uma ótima tarde!
Abraços.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Nerds, Geeks e a modinha do mimimi
Fala, galera!
Mais uma vez aqui.
Hoje o tema é Nerdices e Geekices. xD
ahahahahahahahahahah.
Exatamente! Vamos tratar sobre questões de conflitos entre os termos e sobre a modinha que anda rondando por aí.
Primeiramente, vamos às definições!
O NERD
O termo "nerd" foi concebido em 1954 pelo lendário Dr. Seuss (Theodor Seuss), quando fez uma associação entre a lerdeza e as peças de roupa listradas para pessoas magras. Criando assim, o estereótipo nerd: um personagem estupidamente cômico, geralmente magrelo e com alguns problemas para assuntos "delicados".
Muitas características podem ser associadas ao nerd. É aqui que entram os prós e contra, já que muitas habilidades podem ser desenvolvidas devido ao fato de um nerd ter gosto por jogos, ciência, filmes, computadores e um interesse obsessivo aos estudos/livros, mas, por outro lado, são introvertidos e apresentam dificuldade para socializar.
É mais fácil encontrar um nerd em áreas profissionais como em ciência e tecnologia ou nas engenharias. Muitas vezes, você pode encontrá-los em uma loja especializada em vídeos/computadores (Chuck é uma série com um bom exemplo disso).
Falando em séries de TV... os filmes mais relacionados aos nerds são Star Trek, Star Wars, Matrix, Senhor dos Anéis e Battlestar Galactica. Sem contar (é claro) as franquias de filmes baseados em Histórias em Quadrinhos.
Por vários pontos que os nerds apresentam, acaba sendo normal que relacionamentos aconteçam entre si. Afinal "humanos normais" não conseguiriam acompanhar a rotina de um nerd. ahahahahahahahahahah (é sério!)
O GEEK
O geek, diferente do nerd, surgiu em 1976 como um sinônimo de bobo (fool). Por mais louco que pareça, a palavra era associada aos acrobatas de circo. Em seguida, uma nova designação apareceu para aqueles que ganhavam a vida resolvendo problemas em computadores, os famosos "computer geek". Independentemente da origem, a palavra só ganhou força a partir de 1990, quando a tecnologia deu o seu salto libertador. Hoje, geeks são aqueles que se atraem por novidades tecnológicas, e, por favor... computadores sempre na ordem prioritária!
Os geeks possuem um ar irônico e engraçado (apresentam isso com frequência em estampas de camisetas). Possuem estilos de vida e interesses mais centrados que um nerd, mas, nem tudo é um mar de rosas... muitas vezes podem se mostrar um poço de pretensão e cansaço... é! isso mesmo! muitos deles torrariam sua paciência em segundos.
Geeks possuem gostos parecidos com os nerds, adicionando a loucura por gadgets, códigos, hacks e as camisetas padrão com frases irônicas.
Os geeks acabam se engajando muito nas áreas de TI, design, programação e web design. Também é possível encontrar empresários, donos de lojas de jogos ou discos e até mesmo um bartender.
Por ser mais acessíveis, geeks podem namorar pessoas do mesmo grupo ou os que não estão envolvidos na área.
A MODINHA E O MIMIMI
"Eu assisto The Big Bang Theory! SOU MUITO NERD, né?"
"Nossa, meu iPhone/iPad resolveria todos os seus problemas... são computadores de bolso, sabe?"
"Pode tirar o equino de pequeno porte da perturbação pluviométrica."
"Star Wars >>> Star Trek. <3²"
"Star Trek imita Star Wars."
"BAZINGA!"
Ai, gente. SÉRIO!!!
É isso que vocês acham que vai te dar um "rótulo"?
OK! ENGOLE O RÓTULO:
OK! ENGOLE O RÓTULO:
VOCÊ É O PIOR MODISTA POSSÍVEL! VAI LER SOBRE METAFÍSICA OU ESTUDAR OS CONCEITOS BÁSICOS DE MANUTENÇÃO DE MICROCOMPUTADORES E VOLTA PRA COMEÇARMOS UM DIÁLOGO DECENTE.
Ufa... Passou.
É muito fácil dizer que você é nerd ou geek.
Mas o caso não é ostentar um título. Afinal, isso não é nada demais.
Ser nerd geralmente significa estar sozinho e, muitas vezes é sozinho mesmo... tipo "forever alone"... com amigos só nos games e sem conhecê-los no IRL (in real life).
Muitos dos que dizem ser nerds, só usam o termo por estarem jogando ou assistindo algo que os faça usar raciocínio lógico ou avançado.
Um geek? Quando foi a última atualização do seu sistema operacional? Quais as melhorias dessa atualização?
Se você for um geek, você saberá do que eu estou falando.
É isso, gente.
Tomem cuidado com o que querem para si. Nem sempre é bom ser o que você nem sabe o que é!
Lá vem dito popular: "Nem tudo o que reluz é ouro."
May the force be with you, guys. ;)
Bom dia, jovens!
Viva o diferente.
Henrique Freitas
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Gamers: Mitos e Lendas
Olá pessoal.
Hoje vou tratar de um assunto bem engraçado: Garotas e Garotos Gamers.
Antes de tudo, por que esse tema?
Bom, a sociedade é rotuladora, com isso, é difícil de passar por qualquer área de conhecimento ou qualquer rotina sem encontrar os conceitos básicos gerados por uma cultura muito preconceituosa. Nos games é muito fácil de encontrar coisas assim. Hoje, muitas garotas sofrem com a imagem real.
Oops! Imagem real? COMO ASSIM?
Existem perfis figurados sobre as garotas de jogam qualquer tipo de plataforma, seja um MMORPG em seu computador, um CG em seu console de última geração ou um distrativo jogo de estratégia em seus portáteis.
Esses perfis são extremos. Neles, teremos uma linda asiática de corpo de violão ou uma obesa horrenda e desengonçada.
Marcas de uma sociedade preconceituosa inclusive nos games. É de dar medo! Hahahahahahahahahahahah (rindo pra não chorar)
O fato é que existem cenas cômicas nos dois gêneros.
Por exemplo:
Garotos que ficam pasmos com a existência de uma garota gamer e propõem casamento. É! Isso mesmo... C-A-S-A-M-E-N-T-O. Para muitos, a "raça" garota gamer é rara. Tipo pokémons como Entei, Articuno, Zapdos e afins. Essas cenas são no mínimo constrangedoras. É como se a jovem nunca fosse namorar e só pudesse ter contato com alguém numa Live ou resolvendo uma Quest.
Mitos sobre as garotas gamers:
I- Garotas não jogam.
Velho, caí na real!!! Garotas jogam E MUITO. Entra numa Live do Xbox ou vai curtir um League of Legends e sente o peso de uma boa gamer nas costas! ;)
II- Se joga é uma baranga.
Ei! E você? Já começou a trabalhar sua estética? Deixa de mimimi e para de inventar desculpas esfarrapadas pra dizer que beleza é diferente de dedicação a games. Isso é preconceito demais da sua parte, meu jovem.
III- Ela está no chat, cuidado com o que vai falar.
E daí? Palavrões? Gírias? Isso tudo é rotina na vida de qualquer humano. Você pode até não falar isso, mas outras pessoas ao seu redor falam. É inevitável escutar determinadas coisas. Ninguém é tão inocente. Pare de levar o gênero em consideração.
Mitos sobre garotos gamers:
I- Estou esperando minha player 2.
Ei, cara. Volta pro planeta Terra! Ninguém chega a você, afinal você está preso no seu mundinho virtual e esquece de viver o social. Corre atrás e para de fantasiar.
II- É pavê ou pacumê?
Isso. Coisas sem sentido num chat ou numa live. Aprende a socializar, cara. O mundo é maior que a sua zueira.
III- Será que mulheres sabem dar play?
Oi? Fica o meu silêncio pra sua pergunta.
IV- Eu sou GAYmer.
E daí? Tua orientação sexual não muda em nada. Não te faz melhor se homossexual e gamer. Você só curte algo que nem todos curtem... e isso vale pra heterossexuais, bissexuais, transexuais e todos os sexuais do mundo.
Bon vivant!
Abraços.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
Hoje vou tratar de um assunto bem engraçado: Garotas e Garotos Gamers.
Antes de tudo, por que esse tema?
Bom, a sociedade é rotuladora, com isso, é difícil de passar por qualquer área de conhecimento ou qualquer rotina sem encontrar os conceitos básicos gerados por uma cultura muito preconceituosa. Nos games é muito fácil de encontrar coisas assim. Hoje, muitas garotas sofrem com a imagem real.
Oops! Imagem real? COMO ASSIM?
Existem perfis figurados sobre as garotas de jogam qualquer tipo de plataforma, seja um MMORPG em seu computador, um CG em seu console de última geração ou um distrativo jogo de estratégia em seus portáteis.
Esses perfis são extremos. Neles, teremos uma linda asiática de corpo de violão ou uma obesa horrenda e desengonçada.
Marcas de uma sociedade preconceituosa inclusive nos games. É de dar medo! Hahahahahahahahahahahah (rindo pra não chorar)
O fato é que existem cenas cômicas nos dois gêneros.
Por exemplo:
Garotos que ficam pasmos com a existência de uma garota gamer e propõem casamento. É! Isso mesmo... C-A-S-A-M-E-N-T-O. Para muitos, a "raça" garota gamer é rara. Tipo pokémons como Entei, Articuno, Zapdos e afins. Essas cenas são no mínimo constrangedoras. É como se a jovem nunca fosse namorar e só pudesse ter contato com alguém numa Live ou resolvendo uma Quest.
Mitos sobre as garotas gamers:
I- Garotas não jogam.
Velho, caí na real!!! Garotas jogam E MUITO. Entra numa Live do Xbox ou vai curtir um League of Legends e sente o peso de uma boa gamer nas costas! ;)
II- Se joga é uma baranga.
Ei! E você? Já começou a trabalhar sua estética? Deixa de mimimi e para de inventar desculpas esfarrapadas pra dizer que beleza é diferente de dedicação a games. Isso é preconceito demais da sua parte, meu jovem.
III- Ela está no chat, cuidado com o que vai falar.
E daí? Palavrões? Gírias? Isso tudo é rotina na vida de qualquer humano. Você pode até não falar isso, mas outras pessoas ao seu redor falam. É inevitável escutar determinadas coisas. Ninguém é tão inocente. Pare de levar o gênero em consideração.
Mitos sobre garotos gamers:
I- Estou esperando minha player 2.
Ei, cara. Volta pro planeta Terra! Ninguém chega a você, afinal você está preso no seu mundinho virtual e esquece de viver o social. Corre atrás e para de fantasiar.
II- É pavê ou pacumê?
Isso. Coisas sem sentido num chat ou numa live. Aprende a socializar, cara. O mundo é maior que a sua zueira.
III- Será que mulheres sabem dar play?
Oi? Fica o meu silêncio pra sua pergunta.
IV- Eu sou GAYmer.
E daí? Tua orientação sexual não muda em nada. Não te faz melhor se homossexual e gamer. Você só curte algo que nem todos curtem... e isso vale pra heterossexuais, bissexuais, transexuais e todos os sexuais do mundo.
Bon vivant!
Abraços.
Viva o diferente.
Henrique Freitas
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Moda, barba e lumbersexual
Oi, gente!
Mais uma vez por aqui.
Agora vamos falar um pouco sobre a moda masculina atual: BARBA.
Eu mesmo sou suspeito pra falar, já que cultivo a minha como se fosse uma orquídea. Hahahahahahahahahahahahaha!
Há algum tempo, a primeira definição para aqueles homens que eram extremamente vaidosos surgiu, o que deu vida aos nossos tão conhecidos metrossexuais.
É de se notar que o uso da barba veio crescendo e tomando espaço com o tempo. Cada um com um corte diferente, ou aqueles que preferiam um estilo mais rústico e selvagem.
Esse comportamento parece ter se ampliado e deu vida a um outro estilo, agora não tão vaidoso: o lumbersexual.
Lumbersexual foi um termo que se originou recentemente na internet e foi sugerido pelo crítico de moda Tom Puzak, do site "GearJunkie". O prefixo lumber é originado da palavra inglesa "lumberjack", que significa "lenhador". Nesse sentido, temos a origem de "lenhadores" contemporâneos com características ideais para a venda de um novo estilo e com materiais mais autênticos. Em seu livro "Guia do homem com estilo, ainda que mal barbeado", Geoffrey Bruyere afirma que: "a era das silhuetas longilíneas quase femininas acabou: agora se usam cortes mais amplos, materiais mais autênticos como flanela, couros vegetais, denim bruto".
Os lumbersexuais pegam emprestado elementos de um segmento gay, o "bear" (composto por homens barbudos e, muitas vezes, fortes), exalando a virilidade masculina e assumindo traços naturais comuns aos homens.
Dentre os famosos, artistas como Ryan Gosling, Vicent Gallo, Hugh Jackman, Jared Leto, Gerard Butler, Jamie Dornan e Matthew McConaughey, são, cada um a sua maneira, representantes do estilo.
A vaidade do metrossexual sai de cena e dá lugar a homens mais despojados, mas, essa característica ainda faz parte do lumbersexual, como diz o hairstylist e beardstylist Marcelo Paulors: "os homens se preocupam com a infinidade de produtos para a barba e cuidam dela frequentemente. Lavam, secam, passam xampu e condicionador e aparam os pelos desgrenhados. A manutenção é essencial, como se fosse um cabelo mesmo". Deixando claro que não é moda ter a barba desleixada.
É notável a aprovação do estilo. Tanto homens quanto mulheres gostam dessa nova característica assumida, mas é claro, também existe a parcela que preferem homens sem pelos no rosto ou uma simples barba por fazer.
Abaixo seguem algumas imagens de modelos e artistas famosos que adotaram o estilo lumbersexual:
Espero que gostem! ;)
Viva o diferente.
Henrique Freitas
Mais uma vez por aqui.
Agora vamos falar um pouco sobre a moda masculina atual: BARBA.
Eu mesmo sou suspeito pra falar, já que cultivo a minha como se fosse uma orquídea. Hahahahahahahahahahahahaha!
Há algum tempo, a primeira definição para aqueles homens que eram extremamente vaidosos surgiu, o que deu vida aos nossos tão conhecidos metrossexuais.
É de se notar que o uso da barba veio crescendo e tomando espaço com o tempo. Cada um com um corte diferente, ou aqueles que preferiam um estilo mais rústico e selvagem.
Esse comportamento parece ter se ampliado e deu vida a um outro estilo, agora não tão vaidoso: o lumbersexual.
Lumbersexual foi um termo que se originou recentemente na internet e foi sugerido pelo crítico de moda Tom Puzak, do site "GearJunkie". O prefixo lumber é originado da palavra inglesa "lumberjack", que significa "lenhador". Nesse sentido, temos a origem de "lenhadores" contemporâneos com características ideais para a venda de um novo estilo e com materiais mais autênticos. Em seu livro "Guia do homem com estilo, ainda que mal barbeado", Geoffrey Bruyere afirma que: "a era das silhuetas longilíneas quase femininas acabou: agora se usam cortes mais amplos, materiais mais autênticos como flanela, couros vegetais, denim bruto".
Os lumbersexuais pegam emprestado elementos de um segmento gay, o "bear" (composto por homens barbudos e, muitas vezes, fortes), exalando a virilidade masculina e assumindo traços naturais comuns aos homens.
Dentre os famosos, artistas como Ryan Gosling, Vicent Gallo, Hugh Jackman, Jared Leto, Gerard Butler, Jamie Dornan e Matthew McConaughey, são, cada um a sua maneira, representantes do estilo.
A vaidade do metrossexual sai de cena e dá lugar a homens mais despojados, mas, essa característica ainda faz parte do lumbersexual, como diz o hairstylist e beardstylist Marcelo Paulors: "os homens se preocupam com a infinidade de produtos para a barba e cuidam dela frequentemente. Lavam, secam, passam xampu e condicionador e aparam os pelos desgrenhados. A manutenção é essencial, como se fosse um cabelo mesmo". Deixando claro que não é moda ter a barba desleixada.
É notável a aprovação do estilo. Tanto homens quanto mulheres gostam dessa nova característica assumida, mas é claro, também existe a parcela que preferem homens sem pelos no rosto ou uma simples barba por fazer.
Abaixo seguem algumas imagens de modelos e artistas famosos que adotaram o estilo lumbersexual:
Espero que gostem! ;)
Viva o diferente.
Henrique Freitas
domingo, 18 de janeiro de 2015
Não é uma questão de gênero. É RESPEITO.
Hoje, passeando pela internet, li um relato de um garoto trans. Fiquei muito chateado com a maneira errônea com que tudo foi interpretado e me senti na obrigação de conversar um pouco sobre a temática.
Bom, gostaria de salientar (antes de tudo) que não existe desculpa para mascarar preconceito, pois ele existe e é o que você veste. Antes de tudo, você não é obrigado a entender, mas é sua obrigação RESPEITAR.
Estou escrevendo isso, mas sei que se conselho fosse bom, seria vendido.
Mas, o que é um Trans?
Em termos "científicos", a transexualidade foi batizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como um transtorno de identidade de gênero. Ou seja, um indivíduo nasce com determinada sexualidade, mas entra em dualidade com a mesma.
~~ Então, para a OMS, a transexualidade nada mais é que um transtorno mental.
Mas, sabe-se que a identidade é mais que isso. A identidade não é formada apenas pela sexualidade ou pelas expectativas sociais sobre um humano.
Levando esses e mais outros aspectos em consideração, a França foi o primeiro país a dissolver a definição que leva a transexualidade a ser um transtorno mental.
Muito bem, então.
Todavia, a transexualidade traça várias rotas.
Um ser humano trans pode ser heterossexual ou homossexual.
Opa! Mas, COMO ASSIM?
Vamos lá!
Uma garota transexual é uma pessoa que nasceu com o sexo masculino e, que por várias questões sente-se uma mulher frente ao mundo e é assim que se apresenta: como uma mulher. A partir daí, ela (a garota trans) pode ser heterossexual (gostar de garotos) ou homossexual (gostar de garotas).
O mesmo acontece com garotos trans.
Ou seja, a resposta sexual não tem nada a ver com a identidade do ser. Ele/Ela como transexual se apresenta ao mundo como homem/mulher, mas, não é por causa de uma genitália que isso irá conceituá-l@. Mas uma vez, é questão de respeito.
Quem lembra quanto tempo se passou até que as mulheres pudessem usar calças? Ou que elas pudessem votar? Eram tabus que foram quebrados. Não existe dificuldade em respeitar, existe alienação. A realidade é diferente de filmes e novelas, caríssimos. Vamos despertar!?
~~
Bom, o fato que me fez comentar o assunto da transexualidade foi um recente episódio que aconteceu com o Bernardo Gonçalves. O relato do mesmo segue abaixo com uma foto em anexo.
"Fui agredido no Seven Pub ao tentar usar o sanitário masculino, por um homem que se sentiu ofendido porque eu não tenho "Pica". Ao procurar a segurança do bar, fui humilhado publicamente, o segurança me disse que eu não deveria usar o banheiro masculino porque sou mulher e tenho "buceta", e disse que o estabelecimento não é obrigado a aturar esse tipo de sem vergonhice. A companheira do meu agressor, foi até onde eu estava conversando com o segurança, apontou o dedo na minha cara e disse que se eu nasci com buceta eu deveria aceitar isso, e que o marido dela fez bem em me bater porque "onde ja se viu agora você ir no banheiro pra mijar e encontrar buceta". Eu usei o banheiro mesmo assim. Deixei pra chorar na minha casa, e coloquei a camiseta rasgada na minha parede, como lembrete de que não existe conquista sem uma boa luta. Eu não estou expondo isso por mim. Estou expondo isso porque essa luta não é só minha. Porque é a minha realidade e a de milhares de pessoas com a mesma condição de gênero que eu. Milhares de pessoas limitadas somente ao seu órgão genital. Pessoas que são vítimas de ódio sem fundamento. Hoje foi a minha vez de virar estatística."
Espero que o respeito e a compreensão possam andar juntos.
Espero que o amor não seja apenas utopia.
Viva ao diferente.
Boa noite a tod@s!
Henrique Freitas.
Bom, gostaria de salientar (antes de tudo) que não existe desculpa para mascarar preconceito, pois ele existe e é o que você veste. Antes de tudo, você não é obrigado a entender, mas é sua obrigação RESPEITAR.
Estou escrevendo isso, mas sei que se conselho fosse bom, seria vendido.
Mas, o que é um Trans?
Em termos "científicos", a transexualidade foi batizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como um transtorno de identidade de gênero. Ou seja, um indivíduo nasce com determinada sexualidade, mas entra em dualidade com a mesma.
~~ Então, para a OMS, a transexualidade nada mais é que um transtorno mental.
Mas, sabe-se que a identidade é mais que isso. A identidade não é formada apenas pela sexualidade ou pelas expectativas sociais sobre um humano.
Levando esses e mais outros aspectos em consideração, a França foi o primeiro país a dissolver a definição que leva a transexualidade a ser um transtorno mental.
Muito bem, então.
Todavia, a transexualidade traça várias rotas.
Um ser humano trans pode ser heterossexual ou homossexual.
Opa! Mas, COMO ASSIM?
Vamos lá!
Uma garota transexual é uma pessoa que nasceu com o sexo masculino e, que por várias questões sente-se uma mulher frente ao mundo e é assim que se apresenta: como uma mulher. A partir daí, ela (a garota trans) pode ser heterossexual (gostar de garotos) ou homossexual (gostar de garotas).
O mesmo acontece com garotos trans.
Ou seja, a resposta sexual não tem nada a ver com a identidade do ser. Ele/Ela como transexual se apresenta ao mundo como homem/mulher, mas, não é por causa de uma genitália que isso irá conceituá-l@. Mas uma vez, é questão de respeito.
Quem lembra quanto tempo se passou até que as mulheres pudessem usar calças? Ou que elas pudessem votar? Eram tabus que foram quebrados. Não existe dificuldade em respeitar, existe alienação. A realidade é diferente de filmes e novelas, caríssimos. Vamos despertar!?
~~
Bom, o fato que me fez comentar o assunto da transexualidade foi um recente episódio que aconteceu com o Bernardo Gonçalves. O relato do mesmo segue abaixo com uma foto em anexo.
"Fui agredido no Seven Pub ao tentar usar o sanitário masculino, por um homem que se sentiu ofendido porque eu não tenho "Pica". Ao procurar a segurança do bar, fui humilhado publicamente, o segurança me disse que eu não deveria usar o banheiro masculino porque sou mulher e tenho "buceta", e disse que o estabelecimento não é obrigado a aturar esse tipo de sem vergonhice. A companheira do meu agressor, foi até onde eu estava conversando com o segurança, apontou o dedo na minha cara e disse que se eu nasci com buceta eu deveria aceitar isso, e que o marido dela fez bem em me bater porque "onde ja se viu agora você ir no banheiro pra mijar e encontrar buceta". Eu usei o banheiro mesmo assim. Deixei pra chorar na minha casa, e coloquei a camiseta rasgada na minha parede, como lembrete de que não existe conquista sem uma boa luta. Eu não estou expondo isso por mim. Estou expondo isso porque essa luta não é só minha. Porque é a minha realidade e a de milhares de pessoas com a mesma condição de gênero que eu. Milhares de pessoas limitadas somente ao seu órgão genital. Pessoas que são vítimas de ódio sem fundamento. Hoje foi a minha vez de virar estatística."
Espero que o respeito e a compreensão possam andar juntos.
Espero que o amor não seja apenas utopia.
Viva ao diferente.
Boa noite a tod@s!
Henrique Freitas.
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